Nos últimos dias temos sido sacudidos por notícias sobre os mais atrozes acontecimentos. São reportagens dolorosas, sobre situações que, se pudéssemos, taparíamos os ouvidos para não escutar. sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Porque tive fome, e me deste de comer!
Nos últimos dias temos sido sacudidos por notícias sobre os mais atrozes acontecimentos. São reportagens dolorosas, sobre situações que, se pudéssemos, taparíamos os ouvidos para não escutar. sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O Alto Preço já foi pago
Muitas vezes desejamos viver uma vida onde as coisas possam ser adquiridas sem custos; almejamos uma realidade em que se alcance o píncaros das montanhas sem derramar suor, sem ter que escalar montanha acima. Se pudéssemos, tomaríamos posse de um diploma sem ter que sentar todos os dias na carteira da sala de aula. Huuuuuuum, isso é um grande sonho de consumo. Porém, quando Jesus chegou ao mundo, Ele começou a amostrar um panorama bem diferente do nosso comodismo, das nossas indisponibilidades, dos nossos egoísmos. Ao nascer, nosso Mestre não nasce no palácio, é concebido em uma manjedora. Não vem a terra como filho de um rei encastelado num palácio, ele chega como filho de Maria "Ninguém" e do carpinteiro José.
Jesus se tornou o exemplo máximo de abnegação, de entrega total pela causa que o fez deixar a glória eterna pela temporalidade humana.
A opção de Jesus foi entregar a sua vida em sacrifício. Ele pagou o alto preço. O preço de esvaziar-se de si mesmo; o preço de dizer, eu não falo de mim mesmo, o Pai fala por mim; eu não faço a minha vontade, executo o desejo do Pai. Jesus pagou o preço pela união de homens e mulheres entorno de seu nome, o nome que fala de Salvação eterna, de resgate da humanidade. O alto preço pela reconciliação de irreconciláveis, daqueles que dizem: "eu nunca vou perdar aquela pessoa, a ofensa foi muito grande". Sim, o sangue que Jesus derramou na cruz é suficiente para lavar a mais incrustada mágoa. Jesus pagou o preço de fazer erguer-se triunfante em um casamento o amor que aparentemente estava morto.
O preço já foi pago, o que faremos a partir desse conhecimento? Somente eu e você podemos decidir. Vamos fazer valer o sacrifício do inocente no lugar do culpado, ou vamos ignorar a graça alcançada?
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Imagens de uma terra encantadora
Joziel, Eu e a Lili. Lá parece que as flores são mais vivas.domingo, 10 de janeiro de 2010
Glória a Deus, 2010 chegou!
Claro, é preciso comemorar, é preciso dar ao Senhor glórias e prestar-lhe adoração por tudo o que Ele é. Poderíamos começar dando-lhe glória por tudo o quando Ele fez durante o ano que passou, por todos os milagres que operou, pelos livramentos de que fomos alvo e nem mesmos soubemos dos perigos que corremos, simplesmente porque o Senhor nos livrou. Porém, o sublime é adorar ao Senhor por aquilo que Ele é.
Quantos veem em Deus o provedor de suas necessidades, o auxílio nos momentos aflitivos. Porém, Deus é muito mais do que um provedor, é muito mais do que uma táboa de salvação, é muito mais do que o socorro na hora da aflição. Ele é o amado de nossas alma, o amigo infalível, o nosso Pai, o nosso irmão mais velho, o Salvador de nossas almas.
Que durante o ano de 2010 nós possamos reconhecer o Senhor Jesus em nossos caminhos, entregar em suas mãos nossa o controle de nossas vida, até podermos dizer como o apóstolo Paulo: "Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim".
sábado, 26 de dezembro de 2009
A verdadeira razão do Natal
Amados que acompanham o meu blog, passei alguns dias sem dispor de tempo para escreve. Nem mesmo na véspera de Natal consegui fazê-lo, não por falta de conteúdo, mas em função do trabalho e das atividades em nossa Igreja nos preparativos de final de ano.
Hoje, 26 de dezembro de 2009, trago a seguir, um texto que escrevi no dia 06 deste mês, que fez parte da Cantata Natal e Glória, que apresentamos ontem em nossa Igreja, a Assembléia de Deus Ministério Vida (Vitória/ES). O texto questiona as razões que o comércio oferece para o Natal, mas, ao mesmo tempo, enforca o verdadeiro sentido do Natal.
Com prazer compartilho, mesmo após a data, um pouco daquilo que o Senhor Jesus tem me ajudado a escrever ao longo de muitos natais.
Desejo a todos um FELIZ ANO NOVO, mas ainda ao sabor das comemorações da vinda de Jesus Cristo, nosso Salvador, ao mundo.
Dizem alguns, chegou o Natal!
O comércio está em festa.
Precisamos comprar, precisamos vender!
Cuidado! O estoque não pode acabar.
É hora de superar as metas do ano anterior.
Descontos fictícios, propagandas enganosas... Promoções...
Presentes e mais presentes,
Cartão de crédito, cheques pré-datados.
É hora de limpar o nome no SPC.
Décimo terceiro adiantado.
Mas, cadê o abono salarial? Não se pode ficar sem ele.
Então, é Natal?
Não! Esse Não é o Natal!
Natal é arrependimento, Natal é perdão.
Natal é um homem que precisa de Salvação e encontra abrigo nos braços eternos do Salvador.
Natal é compaixão. É um Deus que se torna homem porque não pode ver sua máxima obra destruída pelo vil destruidor, pois isso Ele desce e tocar o pó da terra. Ele risca no chão e põe acusadores em fuga.
Natal é entrega de quem podia explodir o inferno, mas permite que o mal pense prevalecer enquanto faz acontecer o plano maior de redenção.
Natal é o Jesus que desce ao mundo como um feto indefeso, e acha abrigo no ventre de uma simples jovem chamada Maria.
Natal é o poderoso fragilizar-se e depender da proteção do carpinteiro José.
Natal é o santo que não imputa pecado ao arrependido, e não se importa em nascer numa linhagem que contempla:
Davi, um pecador arrependido;
Tamar, que enganou seu sogro para fazer valer um direito;
Raabe, uma meretriz que ajuda a salvar o povo de Deus;
Bate-seba, que pecou com Davi e este tenta ocultar seu pecado mandando matar o piedoso Urias;
Rute, uma moabita sem direitos em Israel que se torna mão de um adorador;
E Maria, uma moça que poderíamos chamar de “ninguém”, que e se torna mãe terrena do Salvador Eterno.
Esse, meus amigos, é o verdadeiro sentido do Natal.
É esperança para mim e para você.
É a certeza de que ainda que nossos pecados sejam vermelhos como o carmesim, eles se tornarão brancos como a branca lã.
Porque o Deus que se tornou homem, assim o fez para ao morrer na cruz, para salvar a mim e a ti!
“Celebremos, pois a Jesus a verdadeira Luz que desceu ao Mundo”!
sábado, 14 de novembro de 2009
Por que quem deveria amar, odeia?
Como explicar o ódio no interior de uma família? Como entender os desejos mórbidos, desejos incontidos de ver o outro tombar diante da morte? Como entender que os que desejam a morte de alguém, deveriam ser exatamente aqueles que deveriam proporcionar vida? Porém... Há coisas que são, simplesmente, inexplicáveis.
Ao pensar sobre o por quê de tanto ódio num ambiente familiar, veio-me a lembrança o texto da Palavra do Senhor, que diz: "De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?" Esse texto na versão na linguagem de hoje (SBB), diz: "De onde vêm as lutas e as brigas entre vocês? Elas vêm dos maus desejos que estão sempre lutando dentro de vocês". (Tg 4.1). A Palavra do Senhor nos afirma que as guerras, as brigas provém dos maus desejos, do pecado que acalentamos dentro de nós; das mágoas que acolhemos em nosso interiores. Mágoas que são guardadas como um troféu. Mas a mágoa não é o troféu do mártire, ela é a porta de acesso para o abismo espiritual, emocional e relacional. É o caminho para o isolamento do homem com Deus e com seu próximo.
Quando acalentamos os maus desejos dentro de nós, a carne, o homem velho que deveríamos fazer morreu a cada dia é fortalecida e prevalece em detrimento do espírito. E nós nos tornamos simplesmente irascíveis, apenas instrumentos a serviço do mal.
Precisamos entender que o lar, a família que Deus nos deu deve ser preservada por todos os meios e com todas as forças; deve ser tratada com zêlo e com amor; deve ser alvo de todo o nosso afeto. Precisamos ser como a leoa que protege sua cria. Nossa família precisa ser protegida do mal que tenta assolar nosso interior.
Deus nos criou seres interdependentes. Portanto, precisamos vencer a síndrome dos porcos-espinho, que quando o frio chega, tentam se aquecer uns aos outros, porém, logo se separam por causa dos espinhos que ferem. Mas segundo se diz, os porcos-espinhos das regiões frias aprenderam uma forma de se aconchegar e de não se machucarem mutuamente. Ele venceram a sua própria síndrome. Nós também precisamos superar o mau que nem é nosso. Deus não nos fez com espinhos, mas com mãos que tocam, com braços que aquecem e sustentam, com voz que estimula o outro, com corações que são capaz aprendem a amar e a perdoar!
Precisamos usar a inteligência que Deus nos deu e preservamos nosso maior patrimônio na terra, a nossa família.
sábado, 24 de outubro de 2009
O VERDADEIRO ARREPENDIMENTO IMPLICA MUDANÇA DE RUMO
Jesus certa vez, dialogando com seus discípulos, pergunta-lhes: "Quem mais ama, o que foi pouco perdoado ou o que recebeu muito perdão?". Respondeu bem o discípulo que disse: "O que foi muito perdoado".
Essa, creio, é uma das questões centrais do conceito do perdão. Aceitá-lo, de fato, implica em: receber perdão e abandonar o erro, o pecado. Jesus disse à mulher pecadora após absorve-la: "Vai em paz e não peques mais". O verdadeiro arrependimento leva-nos a um desejo incontido de mudança de vida; e a dádiva do perdão, a uma profunda gratidão ao Senhor, que se transforma num amor extremamente abençoador. O reconhecimento da graça recebida nos leva a querer agradar a quem nos abençoou, a quem nos deu a dádiva do perdão. É normal desejarmos estar perto de quem nos concedeu tamanha misericórdia. Isso é a graça, a liberdade da graça. O apóstolo Paulo, então, pergunta, Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça?Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.Por quê? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? (Rm 6.1,14-16).
Uma vez perdoados, uma vez lavados, não temos o direito de, em nome do favor de Deus por nós, sermos levianos com essa graça como muitos o fazem hoje, à guisa de liberdade. Porém, a verdadeira liberdade não significa fazer o que tenho vontade de fazer, dar vazão a todos os meus instintos, a todos os meus desejos. Ser realmente livre é ter a capacidade de ponderar, de analisar o que tenho vontade de fazer e escolher se me convém ou não realizar tal desejo. Liberdade é poder questionar a mim mesma sobre aquilo que tenho vontade de fazer. Liberdade, portanto, não se refere que eu seja livre em relação ao outro ou as regra que me freiam os instintos, mas, principalmente, em relação a mim mesma.
Dessa forma, amar ao Senhor Jesus é ir além de mim, é decidir buscar uma vida de santificação, de escolhas que muitas vezes contrariam a minha própria vontade, mas que me aproximam dEle. Implica mudar rumos quando estes confrontam com aquilo que Jesus deixou instituído.
Você foi muito perdoado pelo Senhor Jesus? Então, com certeza, você o ama muito. Então, deixe que o Espírito Santo trabalhe em você de tal modo que você possa dizer: Já não sou mais o mesmo. Glória a Deus!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Monumentos à morte ou um alerta à vida?
Quando fui à Itália pela primeira vez em 2006, uma coisa me chamou a atenção de forma especial: "a presença da morte". Não porque vi gente morrendo, não porque presenciei hospitais lotados como no Brasil. Nada que se assemelhe a isso. Mas ela estava lá magestosamente lembrada. A morte da qual a nação não se envergonhava, mas enaltecia.
Mas na Itália, naquele momento, não estávamos nos divertindo. Ficamos como estátuas como se fosse uma forma de voltar ou parar o tempo para lembrar daqueles que deram suas vidas em guerras. Guerras justas contra as ameaças à nação ou guerras injustificadas por causa de concepções errôneas ou de prepotência de líderes treslocados... Em meus sentimentos brotou um misto de reverência ao ato em si e de admiração por um povo que sabe preservar suas memórias. Ao mesmo tempo refleti que, como brasileira, nos meus sentimentos não havia a "sombra da morte". Não pesava sobre o ar brasileiro a morte ou a celebraação da morte, apesar dos milhares mortos pelas balas perdidas, pelo trânsito brutal, pela insensibilidade dos políticos em relação a efetivação das políticas públicas de saúde...
Ao passear pelo calçadão da praia de Albissola, distrito de Savona, contemplando as águas do Mediterrâneo, novamente um monumento me chamou a atenção. A imagem, sob um olhar não tão atento, me sugeria um monte de caveiras, corpos esquartejados. A princípio pensei tratar-se de mais uma escultura de algum artista desses que gostam de pintar e esculpir caveiras. Mas ao analisar mais de perto, comecei a entender que se tratava também de mais um monumento aos mortos de guerra.Talvez aquilo que chamo de "celebração da morte", na verdade, seja um meio de fazer lembrar e de alertar quão brutal o ser humano pode ser uma vez distituído de sua capacidade de amar, de sua condição de ver o outro como um ser semelhante a si próprio, e não como um mero instrumento de realização do seus instintos, de sua sede de poder.
O Senhor Jesus nos diz de forma categórica: "Ama ao teu próximo como a ti mesmo". É uma lei divina. Ah! Se fôssemos capazes de entender o significado de tal ordenança... Tantos que se dizem cristãos e vão buscar em filosofias, em seitas orientais, dentre outras, os significados que Jesus ensinou quando de sua vinda ao mundo.
Gandhi falou de vencer os inimigos com pacificação, mas Jesus já havia dito: "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5.5,9-10).
O Budismo ensina que é preciso superar ou suportar o sofrimento até que se possa chegar ao estado total de paz, o nirvana, por meio da disciplina mental na vida cotidiana, o que implica em não viver ansioso. Mas Jesus, para além de nos ensinar a não viver ansiosos, nos fala de sua provisão e cuidado conosco, nos dá a conhecer a razão de nossa esperança:
Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?
Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?
E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam.
Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé? (Mt 6.26-30).
Jesus não nos fala de uma simples conformação com o sofrimento, mas nos leva a suportar com esperança o dia mau, porque logo, logo o momento de cantar vai chegar porque Ele cuida de nós mais do que cuida das aves do céu! Jó expressou muito bem essa verdade: "Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra" (Jó 19.25.
Dois anos e meio depois pude voltar à Itália com meu esposo e rever os lugares onde estive antes. Novamente, às 18h, estávamos como estátuas na praça. O sino havia soado e um desavisado não parou e ouvimos o som agudi do apito do guarda lhe dando o comando de parar. Por mais que não quisesse ou não soubesse, ele teve que parar.
Quem sabe há um apito do céu soando para você dizendo: você precisa parar para refletir enquanto há tempo de mudar de atitude na vida; mudar a forma de ver o outro e tratá-lo com o mesmo amor que você sente por si mesmo; mudar a forma e o lugar de buscar conhecimento, deixar o falso e o buscar a verdade em Cristo.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Roma: Paulo sua prisão e sepulcro



No canto esquerdo da foto acima está a irmã Cida, nossa companheira de caminhada. A cena é típica de quem viaja a Roma, bolsa ao lado, mochila nas costas e uma sandália rasteira. Esse é o caminho à prisão para quem vem do outro lado da cidade, em sentido oposto ao Coliseu.

Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos,
sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.
Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.
Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus (Rm 6.8-11).
Antes de irmos à prisão, fomos à Catedral de São Paulo, onde, também segundo à tradição, está o seu túmulo e uma corrente que o aprisionou. Mera tradição ou fato, não importa, o significado está em que o tempo não apogou a história daqueles que viveram e sofreram por Cristo. As marcas do nossos primeiros irmãos, dos nossos pais na fé impregnam a cidade de Roma. Em outras palavras, Cristo está vivo onde se lutou para erradicar da terra o seu legado! Aleluia!

A corrente
Na parte de cima da foto está o altar da Catedral de São Paulo e na parte inferior está o túmulo.
Essa imagem é da parte superior da igreja. Retrata o teto e parte das paredes. Tudo belamente ornado em dourado.
Desses momentos vividos em Roma seguindo os passos de Paulo e dos mártires da fé em Jesus, nosso Salvador, fica a desafiadora Galeria da Fé de Hebreus, cap. 11.
32 E que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas,
33 os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões,
34 extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros.
35 Mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição;
36 outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões.
37 Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados
38 (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra.
39 Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa,
40 por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Italia, viagem inesquecível









