sexta-feira, 26 de março de 2010

Que bom!

Que bom quando o nosso coração consegue honrar ao
Senhor, apesar de estarmos vivendo um momento, apenas um momento, de
adversidade.

Que bom quando o nosso
coração consegue descansar nos braços de nosso Pai que está no céu.

Que bom quando o nosso coração
descansa porque sabe que Ele, o Senhor, sabe e sempre faz o melhor por e em nós.
Como é bom que temos crido que o Senhor Jesus é galardoador daqueles que o
buscam!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O desafio de Deus para nós


A Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, é a nossa regra de fé e pratica, portanto, nos ensina a viver, mostra como trilhar o caminho do bem sem errar. Por isso, também se transforma num compêndio de desafios à nossa capacidade de fazer as melhores escolhas, pois muitas vezes a opção pelo melhor caminho contraria a nossa vontade, os nossos desejos instintivos.


Dentre os textos mais desafiantes, considero Provérbios 4.18: "Mas a vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito". Esse versículo nos diz que a nossa caminhada de progresso, de melhora, de transformação pessoal é um processo que não termina enquanto existir algo em nós que precisa ser mudado, enquanto houver algo a ser aprendido, pois todo processo de aprendizagem implica em transformações.


O apóstolo Paulo faz uma exclamação: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos" (Rm 11.33). O conhecimento e o conhecer de Deus é, na expressão do apóstolo, de uma profundidade sem fim. É um horizonte que nos convida a caminhar, que nos tira do lugar comum, nos faz ir além de nós mesmos e dos nossos comodismos, dos nossos desejos de transgressão.
Essa é a hora de fitarmos o nosso olhar no horizonte que Deus posicionou em nossa frente e começarmos a caminhar até o alcancemos.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Notícia pirata!

 Na quinta-feira próxima passada, o Conjunto Vivendo para Louvar, composto pelas irmãs de minha Igreja, a Assembléia de Deus Ministério Vida, cantou o hino "Esconderijo do Altíssimo" (Cassiane). Eu me senti literalmente embalada pelo conteúdo do louvor. E no momento em que a letra diz: "Alguém está dizendo: Deus te esqueceu! Que Deus te abandou", o meu coração disse, NOTÍCIA errada! Notícia FALSA! Errada, falsa, porque não é essa a mensagem de Deus para aqueles que lhe bucam de coração.

Lisboa, às margens do rio Tejo (Ago/09): Eu, o passarinho e o VENTO SUAVE


Analisando de outra forma, poderíamos dizer: senha falsa. Ou seja, tudo o que nos vem aos nossos ouvidos precisa passar pelo crivo das verdades eternas de Deus. Precisamos buscar as marcas pessoais do emissor da mensagem para saber, para reconhecer quem fala conosco. A Palavra de Deus nos dá a base para identificar a sua voz. O Senhor Jesus disse: "As minhas ovelhas conhecem as minhas voz... não seguirão ao estranho". "Conhecer" é a chaver para não cair nas armadilhas do maligno.


O "estranho", o "falsificador", o "pirateador" procura se fazer parecido com o verdadeiro para tentar nos induzir ao erro, ao caminho da perdição eterna. Mas aqueles que conhecem as marcas do seu Senhor, não serão enganados, não seguirão a voz enganadora.


Quando o profeta Elias caminhou até ao Monte Horebe e lá ficou esperando pela manifestação de seu Deus, o impostor tentou enganá-lo manifestando-se das formas que o Eterno Deus poderia manifestar-se. Elias, experiente profeta, atentou para o vento forte que soprava e reconheceu, DEUS NÃO ESTÁ NESSA VENTANIA. Logo depois veio um terremoto. Elias analisou o terremoto e, hum, hum, DEUS NÃO ESTÁ NESSE TERREMOTO, concluiu. O plagiador deve ter dito: "Já sei, Elias não caiu nas armadilhas anteriores, mas ele é o homem que ora e Deus manda fogo do céu sobre o altar e até consome seus inimigos. Aham! Então, o negócio é fogo. Mãos na massa, vamos plagiar o fogo divino". E lá vem um fogo. Mas o homem de Deus presta atenção nos detalhes e detecta: DEUS NÃO ESTÁ NO FOGO! Embora Jeová seja um Deus de fogo.


Após todos esses episódios "da natureza", começa a soprar um ciclo tranquilo e suave de vento. Elias analisa os detalhes da brisa e vê/sente as marcas inconfundíveis de seu Deus. O SOBERANO ESTAVA NO CICLO TRANQUILO E SUAVE (IRs 19.11-12). Então, o Senhor Deus começou a dialogar com o seu profeta.


Precisamos ter ouvidos afinados com nosso Eterno Deus, precisamos conhecer a sua Palavra para que não sejamos induzidos pelo nosso inimigo a um caminho de insucessos, de desgosto, de fracassos, de degradação e, por fim, de desistência. A voz do Senhor sempre nos conduzirá a uma jornada de vitórias, ainda que haja pedras no caminho, mesmo que tenhamos que trilhar por vales profundos, como se de morte fossem, mas Ele sempre estará conosco. Se tivermos que subir montanhas íngrimes, sua alegria nos proporcionará a força necessária para conquistarmos os píncaros das montanhas. O Senhor, como bom pastor, que conhece o ontem, o hoje e o amanhã, nos conduzirá em segurança, ao final, a águas tranquilas, por amor do seu nome. POR AMOR, ele nos levará ao lugar do refrigério para nossas alma.


Foi essa a Palavra que Deus trouxe ao meu coração quando as irmãs cantavam na quinta-feira, em minha igreja.


"Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se lembre do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecer de ti" (Is 49.15).


Esconderijo do Altíssimo



Deus não vai deixar você no vento,
Esta luta vai passar, Ele hoje vai cessar
todo o sofrimento...
Alguém está dizendo: - Deus te esqueceu, que Deus te
abandonou, mas Deus não esquece os seus, não não. Esta luta vai
passar, ao teu lado Deus está Ele não te deixa só.


E quando Deus levanta pra te dar vitória, o inferno e
potestade têm que recuar Se esse Deus está na frente Ele
garante a bênção
Não adianta o inimigo trabalhar Surgem onze mil pra te
derrubar Você esta protegido, é escolhido dele
Crente separado e por Deus ungido Sempre é guardado
no esconderijo Está nas mãos do grande Deus!


Ele é o teu refúgio, É tua fortaleza, Ele é o teu
socorro, é o teu protetor Ele é o Altíssimo, Guarda de
Israel De toda terra Ele é Senhor!
Seu nome está acima de todos os nomes


Ele faz principados por terra caírem.


E toda autoridade está em suas mãos
Está contigo nesta luta, vai até o fim...


Vai contigo até o fim.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Entrai pelas portas dEle com louvor!


Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da terra.

Servi ao SENHOR com alegria e apresentai-vos a Ele com canto.

Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto.

Entrai pelas portas dele com louvor e em seus atrios, com hinos, louvai e bendizei o seu nome.
Porque o SENHOR é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração em geração
(Sl 100).
"O Senhor é bom". "Ele nos fez povo seu", diz o salmista no Salmo 100. Nessas expressões o autor nos dá razões para que dediquemos ao Senhor a verdadeira adoração, a genuína devoção e o reconhecimento inequívoco de que nosso Deus é quem nos faz ser o que somos nEle e para Ele. No Evangelho segundo João (15.16), Jesus diz: "Não foste vós que me escolheste a mim, pelo contrário, eu vos escolhi a vós [...]". Eu vos escolhi para serem frutíferos, e que os frutos de vossas ações sejam frutos bons e duradouros.
Outro fato interessante nas palavras do salmista é que ele não só diz que a ação de nos fazer seus é de Deus, mas também afirma que nós não somos os protagonistas no chamado, o Senhor Deus o é! E por isso, a honra, o mérito, os créditos são todos dEle.
São tantos os que vão pela vida afora tentando fazer nome para si, buscando reconhecimento dos homens se utilizando dos dons e talentos concedidos a eles por Deus. Pobres incautos. Quem pode receber os créditos de uma obra de arte é o seu autor e não um falsificador, não um impostor.
O convite do Salmo 100, é: "Entrai pelas portas dele com louvor". O Senhor, merece a adoração, é digno de que lhe prestemos culto. Quando assim o fazemos, o nosso servir se transforma em alegria.
Para terminar por hoje, relembro a letra de uma canção antiga que muito ouvi durante a minha infância:
Se o meu cálice transbordar serei feliz
Se o meu cálice transbordar serei feliz
Eu ei de ver o poder de Deus descer
Aqui neste lugar, eu fou feliz
Com o coração, eu quero cantar
Com o entendimento eu quero louvar
Para o meu louvor chegar bem juntinho do meu Senhor

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Obrigada, Senhor, por mais um ano



Janeiro já passou, é verdade. Mas sou obrigada a voltar um pouquinho no calendário dos homens para poder agradecer. O sentimento que tenho é de que os dias de 2010 estão correndo ainda mais do que os do ano que passou. Já estamos em fevereiro, mas janeiro é o mês de meu aniversário.



Cada ano que rompemos é uma conquista a ser comemorada, celebrada, principalmente quando reconhecemos que a boa mão do Senhor Jesus nos conduziu pelos vales e montanhas que enfrentamos. Que fomos guardados quando nem mesmo vimos o perigo; que fomos
socorridos antes mesmo que começássemos a clamar por socorro; que fomos tomados pelas mãos para que não tropeçássemos em pedra, antes que nossos olhos as identificassem no chão. Quanto há para reconhecer...





Numa hora como essa, toda a prepotência e soberba humana cai por terra, pois aos analisarmos nossas possibilidades diante de tantos e tremendos desafios, somos forçados a reconhecer: “eu não conseguiria chegar até aqui por mim mesmo”, eu não conseguiria atravessar esse rio a nado”, “eu não teria conseguido escalar esta montanha por minhas próprias forças”. Sim, somos levados a reconhecer que algo para além de nós, de nossos limites, de nossas forças nos tomou e nos fez ir ALÉM! MUITO ALÉM DE NÓS! Aleluia!

Nesse momento o humano se curva ao Divino, a temporalidade se rende à eternidade e o terreno é tomado pelo ambiente do céu. Esse “humano”, essa “temporalidade”, esse “terreno” sou eu, Marta, diante do Senhor de minha vida, do amado de minha alma, meu Salvador Jesus.



Por isso estou aqui, no dia 7 de fevereiro, voltando para agradecer ao meu Senhor e Deus, pela sua graça e favor que me sustentaram até aqui. Tudo não por mérito, pois não o tenho, mas porque Deus se decidiu fazê-lo, porque Ele é quem faz as escolhas, e ao fazê-lo me escolheu e nomeou para que, caminhando pela vida, pudesse dar frutos em abundância para glória e honra de seu Santo e Soberano Nome.



Obrigada meu Senhor.


Primeira imagem: Eu ainda bebê no colo da mamãe, Maria Odete, ao lado de sua amiga e Sansão na frente
Segunda imagem: Meu primeiro aninho, ao lado de meu irmão Sansão

Terceira imagem: Joziel e eu, jan/1980






sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Porque tive fome, e me deste de comer!

Nos últimos dias temos sido sacudidos por notícias sobre os mais atrozes acontecimentos. São reportagens dolorosas, sobre situações que, se pudéssemos, taparíamos os ouvidos para não escutar.


No dia 12 de Janeiro, a terra fugiu de debaixo dos pés de milhares de haitianos. Um terremoto de proporções inimagináveis destruiu do palácio presidencial ao mais ínfimo dos casebres.


A dor e a perplexidade foram estampadas nos rostos daquela gente que viu os seus serem soterrados. Tratores, com pás mecânicas, recolheram corpos pelas ruas como se fosse lixo, para depois jogá-los em "covas" coletivas. São cenas que vemos de longe. A consternação que sentimos é a de quem viu apenas pelos meios de comunicação. A compaixão, se existe, até aonde nos move?


Porém, muitos brasileiros viram de perto e, como heróis que o Brasil não honrou como deveria, também foram soterrados em terras haitianos. A eles e suas famílias presto homenagem, pois fizeram muito, fizeram mais que eu.


Dentre esses brasileiros, está alguém que a simples menção do nome já conta sua história: ZILDA ARNS. Seu legado é mais que admirável, é digno de ser imitado. Quantos milheres de crianças deixaram de morrer por causa da ação dessa mulher que teve a graça de mobilizar a muitas para, como voluntárias, entrarem em casas humildes para ensinar a fazer o singelo soro caseiro e para distribuir a multimistura. Tudo simples, sem muito alarde. Um ato de doação.

Zilda, segundo a mídia, interrompeu suas férias em família para realizar palestra no Haiti, um país em convulsão social e pobreza, e lá como aqueles que ajudou a socorreu tombou em combate. Fez em vida, o que Jesus praticou quando aqui passou e faria hoje se estivesse como homem entre nós.

Muitos cristãos se acreditam tão perto de Deus, tão santificados, se consideram pessoas de fé. Porém, a Palavra do Senhor nos faz um desafio por intermédio da carta de Tiago, no capítulo dois: "Meus irmãos, que adianta alguém dizer que tem fé se ela não vier acompanhada de ações? Será que essa fé pode salvá-los?" (vs.14). É possível entender que a fé que opera salvação, também produz em nós a transformação que remove de nós todo o egoísmo e nos torna sensíveis a necessidade de nosso próximo. Meu irmão tem roupa para vestir? Tem pão para comer? Tem águas para saciar sua sede?






Tiago acrescenta: "Se vocês não lhes dão o que eles precisam para viver, não adianta nada dizer: “Que Deus os abençoe! Vistam agasalhos e comam bem” (vs 16).

O discurso cristão sem a "ação do Cristo" é vazio, é um conjunto desconexo de palavras ao vento. Dizer Deus te abençe, é fácil, o desafiardor é permitir que Deus abençoe, que Deus socorra alguém por meio de nós, do nosso dinheiro, de nossas mãos! "Portanto, a fé é assim: se não vier acompanhada de ações, é coisa morta" (vs. 17). Assim, o nosso discurso não passa de farisaísmo vazio e infrutífero. A fé propalada, se resume a algo que não se confirma em sua essência, não se consuma na prátiva, é um mero exercício de retórica. Não salva, não liberta, não nos transforma, não nos torna melhores, não faz Cristo aparecer ao mundo por meio de nossos rostos.





Contudo, as obras sem a fé, sem que esteja atrelada ao processo de salvação também é inóquoa e deprovida das virtudes eternas. As boas obras puras e simples não são suficientes para operar em nós a salvação. "Mas alguém poderá dizer: “Você tem fé, e eu tenho ações.” E eu respondo: “Então me mostre como é possível ter fé sem que ela seja acompanhada de ações. Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações” (vs. 18).




Mas Jesus, no nosso Mestre e Senhor, remete este assunto a algo decisivo, a eternidade. Em Mateus, capítulo 25, quando fala de sua volta, fala da separação entre aqueles que vão ao gozo eterno e os que vão ao tormento eterno, "Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo" (34). Esse é o chamado que todos nós vivos e os que já se foram desejam ouvir: "Venham"! Porém, Jesus nos informa questões decisivas entre a condenação e a bem-aventuraça eterna: Venham, "Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar" (vs. 35 e 36).




Jesus estava estava com fome e com sede, era estrangeiro, estava sem roupa, estava doente, estava na cadeia... e foi socorrido em suas aflições e necessidades? Como? É algo incompreensível! Quando é que fomos te visitar na cadeia ou moribundo em um hospital? Quando te demos um copo de água, quando te demos um prato de comida? Mas Ele explica:



"Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram" (vs. 40)

O que Jesus está dizendo? QUE A FÉ SEM AS OBRAS DA FÉ É MORTA, não aquinhoa para a vida eterna, ou seja, não nos torna partícipes da eternidade com Deus. De outra forma, podermos dizer que, quando a fé não se apresenta nas nossas ações e decisões diárias, quando não temos fé, para dizer como o apóstolo Paulo: eu me gastarei e me deixarei gastar! Ela simplesmente inexiste em nós. A salvação genuína não ocorreu.
Jesus, ao continuar sua pregação, afirma que no grande dia do julgamento final, os que estiverem a sua esquerda vão ouvir de seus lábios: "Afastem-se de mim, vocês que estão debaixo da maldição de Deus! Vão para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos! (vs 41). Logo, podemos interrogar: Jesus vai fazer acepção de pessoas? Não, absolutamente! Ele se levanta contra as nossas acepções, proselitismos e preconceitos, e diz as razões: Na figura dos marginalizados, das crianças famintas, dos haitianos vítimas do atroz terremoto, Eu, Jesus, "estava com fome, e vocês não me deram comida; estava com sede, e não me deram água. Era estrangeiro, e não me receberam na sua casa; estava sem roupa, e não me vestiram. Estava doente e na cadeia, e vocês não cuidaram de mim" (vs. 42 e 43).

E Jesus sintetiza, assim, as suas palavras: "Eu afirmo a vocês que isto é verdade: todas as vezes que vocês deixaram de ajudar uma destas pessoas mais humildes, foi a mim que deixaram de ajudar. Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo" (45 e 46).
Por tudo isso, a vida de Zilda Arns deixa uma lição que precisa ser aprendida por nós, pois o Senhor Jesus em nós se importa com as mãos que estão estendidas em busca de socorro. Jesus atrairá, no dia faustoso de sua volta, atrairá para si os que tiverem afinidades com Ele.
Que Deus nos ajude.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Alto Preço já foi pago

Muitas vezes desejamos viver uma vida onde as coisas possam ser adquiridas sem custos; almejamos uma realidade em que se alcance o píncaros das montanhas sem derramar suor, sem ter que escalar montanha acima. Se pudéssemos, tomaríamos posse de um diploma sem ter que sentar todos os dias na carteira da sala de aula. Huuuuuuum, isso é um grande sonho de consumo. Porém, quando Jesus chegou ao mundo, Ele começou a amostrar um panorama bem diferente do nosso comodismo, das nossas indisponibilidades, dos nossos egoísmos.


Ao nascer, nosso Mestre não nasce no palácio, é concebido em uma manjedora. Não vem a terra como filho de um rei encastelado num palácio, ele chega como filho de Maria "Ninguém" e do carpinteiro José.

Jesus se tornou o exemplo máximo de abnegação, de entrega total pela causa que o fez deixar a glória eterna pela temporalidade humana.

A opção de Jesus foi entregar a sua vida em sacrifício. Ele pagou o alto preço. O preço de esvaziar-se de si mesmo; o preço de dizer, eu não falo de mim mesmo, o Pai fala por mim; eu não faço a minha vontade, executo o desejo do Pai. Jesus pagou o preço pela união de homens e mulheres entorno de seu nome, o nome que fala de Salvação eterna, de resgate da humanidade. O alto preço pela reconciliação de irreconciláveis, daqueles que dizem: "eu nunca vou perdar aquela pessoa, a ofensa foi muito grande". Sim, o sangue que Jesus derramou na cruz é suficiente para lavar a mais incrustada mágoa. Jesus pagou o preço de fazer erguer-se triunfante em um casamento o amor que aparentemente estava morto.

O preço já foi pago, o que faremos a partir desse conhecimento? Somente eu e você podemos decidir. Vamos fazer valer o sacrifício do inocente no lugar do culpado, ou vamos ignorar a graça alcançada?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Imagens de uma terra encantadora


O tempo passou, mas as imagens, os cheiros, as cores da Itália continuam impregnadas na mente e no coração. Então, posto aqui algumas dessas imagens maravihosas da cidade de Torino.




A bela torre de Antonella. Um dos cartões postais de Torino.


Joziel, Eu e a Lili. Lá parece que as flores são mais vivas.




A praça de São Marcos. Aqui dá vontade de passear.


domingo, 10 de janeiro de 2010

Glória a Deus, 2010 chegou!

Louvado seja Deus, 2010 chegou!

Claro, é preciso comemorar, é preciso dar ao Senhor glórias e prestar-lhe adoração por tudo o que Ele é. Poderíamos começar dando-lhe glória por tudo o quando Ele fez durante o ano que passou, por todos os milagres que operou, pelos livramentos de que fomos alvo e nem mesmos soubemos dos perigos que corremos, simplesmente porque o Senhor nos livrou. Porém, o sublime é adorar ao Senhor por aquilo que Ele é.

Quantos veem em Deus o provedor de suas necessidades, o auxílio nos momentos aflitivos. Porém, Deus é muito mais do que um provedor, é muito mais do que uma táboa de salvação, é muito mais do que o socorro na hora da aflição. Ele é o amado de nossas alma, o amigo infalível, o nosso Pai, o nosso irmão mais velho, o Salvador de nossas almas.

Que durante o ano de 2010 nós possamos reconhecer o Senhor Jesus em nossos caminhos, entregar em suas mãos nossa o controle de nossas vida, até podermos dizer como o apóstolo Paulo: "Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim".

sábado, 26 de dezembro de 2009

A verdadeira razão do Natal

Amados que acompanham o meu blog, passei alguns dias sem dispor de tempo para escreve. Nem mesmo na véspera de Natal consegui fazê-lo, não por falta de conteúdo, mas em função do trabalho e das atividades em nossa Igreja nos preparativos de final de ano.

Hoje, 26 de dezembro de 2009, trago a seguir, um texto que escrevi no dia 06 deste mês, que fez parte da Cantata Natal e Glória, que apresentamos ontem em nossa Igreja, a Assembléia de Deus Ministério Vida (Vitória/ES). O texto questiona as razões que o comércio oferece para o Natal, mas, ao mesmo tempo, enforca o verdadeiro sentido do Natal.

Com prazer compartilho, mesmo após a data, um pouco daquilo que o Senhor Jesus tem me ajudado a escrever ao longo de muitos natais.

Desejo a todos um FELIZ ANO NOVO, mas ainda ao sabor das comemorações da vinda de Jesus Cristo, nosso Salvador, ao mundo.

Dizem alguns, chegou o Natal!

O comércio está em festa.

Precisamos comprar, precisamos vender!

Cuidado! O estoque não pode acabar.

É hora de superar as metas do ano anterior.

Descontos fictícios, propagandas enganosas... Promoções...

Presentes e mais presentes,

Cartão de crédito, cheques pré-datados.

É hora de limpar o nome no SPC.

Décimo terceiro adiantado.

Mas, cadê o abono salarial? Não se pode ficar sem ele.

Então, é Natal?

Não! Esse Não é o Natal!

Natal é arrependimento, Natal é perdão.

Natal é um homem que precisa de Salvação e encontra abrigo nos braços eternos do Salvador.

Natal é compaixão. É um Deus que se torna homem porque não pode ver sua máxima obra destruída pelo vil destruidor, pois isso Ele desce e tocar o pó da terra. Ele risca no chão e põe acusadores em fuga.

Natal é entrega de quem podia explodir o inferno, mas permite que o mal pense prevalecer enquanto faz acontecer o plano maior de redenção.

Natal é o Jesus que desce ao mundo como um feto indefeso, e acha abrigo no ventre de uma simples jovem chamada Maria.

Natal é o poderoso fragilizar-se e depender da proteção do carpinteiro José.

Natal é o santo que não imputa pecado ao arrependido, e não se importa em nascer numa linhagem que contempla:

Davi, um pecador arrependido;

Tamar, que enganou seu sogro para fazer valer um direito;

Raabe, uma meretriz que ajuda a salvar o povo de Deus;

Bate-seba, que pecou com Davi e este tenta ocultar seu pecado mandando matar o piedoso Urias;

Rute, uma moabita sem direitos em Israel que se torna mão de um adorador;

E Maria, uma moça que poderíamos chamar de “ninguém”, que e se torna mãe terrena do Salvador Eterno.

Esse, meus amigos, é o verdadeiro sentido do Natal.

É esperança para mim e para você.

É a certeza de que ainda que nossos pecados sejam vermelhos como o carmesim, eles se tornarão brancos como a branca lã.

Porque o Deus que se tornou homem, assim o fez para ao morrer na cruz, para salvar a mim e a ti!

“Celebremos, pois a Jesus a verdadeira Luz que desceu ao Mundo”!